quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Tempo


Tempo... Conte-me toda a verdade,
A verdade que nunca foi dita,
A verdade que nunca foi escrita.

Tempo... Faça o que eu não tive coragem em fazer,
Diga o que eu não tive coragem em dizer,
Mas Tempo... Faça-me entender.

Talvez seja tarde,
Talvez tudo esteja perdido,
Mas Tempo... Faça-me entender.

Em muitos momentos as memórias tornaram-se cruéis,
Em muitos momentos as defesas foram quebradas,
Agora me diga Tempo... Qual é a verdade?

Penso em seu nome... Mas você pensa no meu?
Digo seu nome... Mas você diz o meu?
Procuro por seu nome... Mas você procura pelo meu?

Percebo em alguns momentos o silêncio,
Quando percebo, as memórias tornam-se cruéis
E agora Tempo... Diga-me a verdade.

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